quarta-feira, 30 de maio de 2012

Dor transformada em solidariedade

Primeiramente, quero agradecer ao apoio que estou recebendo pela ideia do blog!
Muito grata, mesmo! ♥
E como primeira publicação neste blog, escolhi esta notícia que encontrei ontem no G1.

“Após morte da filha, mãe cria fundo para tratar crianças com câncer raro”


A menina Chelsea (Foto: BBC)
A menina Chelsea (Foto: BBC)

Depois que sua filha de três anos morreu de um tipo raro de câncer em 2009, Emma Knighton e seu marido Andy criaram uma entidade não governamental na Grã-Bretanha para ajudar famílias com o mesmo problema a levantar fundos para o tratamento.

Chelsea sofria de neuroblastoma, câncer raro, para o qual não há tratamento no país. A doença atinge principalmente crianças e é localizado na glândula supra-renal.

Os custos médicos nos Estados Unidos eram de 450 mil libras (mais de R$ 1,4 milhão ou cerca de US$ 700 mil) em média. A família de Chelsea estava tentando levantar a quantia quando a filha morreu.

'Essas crianças não têm tempo', diz Emma, explicando que muitas famílias não conseguem arrecadar a quantia rápido o suficiente.

'Depois de diagnosticadas, ou quando as famílias percebem que não há tratamento no país, muitas começam a arrecadar dinheiro para chegar aos US$ 700 mil necessários para o tratamento nos EUA.'

'Sabemos que existem alguns testes disponíveis, mas a menos que o paciente se enquadre exatamente no que desejam os pesquisadores, ele não é disponibilizado.'
'Não havia nada para a Chelsea, portanto começamos a levantar dinheiro.'

'Esses podem ser os últimos meses da vida do seu filho, e lá está você, correndo freneticamente para levantar dinheiro para uma operação que pode salvar sua vida. É errado', diz ela.
'Criança nenhuma deveria morrer porque não foi arrecadado dinheiro o bastante.'

O Departamento Nacional de Saúde, equivalente ao Ministério da Saúde, diz que neste ano deve aumentar o número de tratamentos experimentais para casos adiantados de neuroblastoma.

No entanto, o órgão ressalta a decisão de disponibilizar grátis o tratamento nos hospitais locais.



Fonte : www.g1.com.br 

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Incrível a força e o amor ao próximo que estes pais tiveram para transformar a dor, algo que pudesse refletir em algo bom para quem precisa.
Desejo toda sorte, sucesso e paz a estes dois, que perderam um dos bens mais preciosos do ser humano (um filho) e bençãos a eles e aos pais das crianças que serão ajudadas com este fundo.

Não ao individualismo. Podemos fazer o bem, partindo de algo que nos causou dor.
Isso é amor.

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Se você encontrar alguma notícia positiva ao mundo, ou quiser divulgar algum trabalho bacana que você conheça/participe, mande um e-mail para obemexiste1@gmail.com 

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